Detecção de desvios
no gateway.
Além do alarme
de limiar.

Para integradores e fabricantes de telemetria industrial. Partimos do problema, não de um modelo: em séries simples, métodos estatísticos podem bastar; quando a dinâmica temporal exige mais, comparamos arquiteturas adequadas ao caso e levamos ao edge apenas o que se sustenta.

Discovery técnica · 20 min · sem envio de dados

O sinal muda.
O limiar só vê o limite.

Desvios podem merecer investigação. Ruído, atraso e lacunas dificultam distinguir mudanças relevantes; antecipar paradas exige validação específica.

Atraso na detecção.

O limiar dispara fora da faixa de operação. Até lá, desvios de rendimento e vibração podem passar despercebidos.

Telemetria irregular.

Rádio, LoRa e celular perdem pacotes. Interpolar à força pode esconder o comportamento real do sinal.

Dependência do link.

Sistemas híbridos combinam nuvem e processamento local. A análise no equipamento ajuda a manter a operação quando o enlace oscila.


Decisão local
onde o dado nasce.

A Roko começa pelo comportamento do sinal e pela decisão operacional. Comparamos o limiar atual com baselines simples e só aumentamos a complexidade quando a evidência mostra ganho real.

1

Entendemos o sinal

Histórico, taxa de amostragem, ruído, perdas e a decisão operacional formam a referência para medir o que realmente precisa melhorar.

2

Começamos pelo simples

Limiar atual, métodos estatísticos e baselines entram primeiro. Se resolverem com menor custo e complexidade, não há motivo para usar uma rede neural.

3

Escalamos só quando agrega

Quando dependência temporal, amostragem irregular ou restrições do gateway pedem mais, comparamos arquiteturas temporais adequadas ao caso e levamos ao edge apenas o que sustenta a decisão.

O objetivo não é colocar uma rede neural no gateway. É melhorar a decisão com a menor complexidade que funcione. Robustez a perdas e amostragem irregular segue em avaliação específica.

Baseline simples.
Primeiro, sempre.

Modelos simples podem resolver séries bem comportadas. No C-MAPSS FD001, o modelo CfC obteve o menor erro médio sob o mesmo protocolo.

Menor erro neste ensaio

37.710

Erro médio (RMSE)
5 execuções · menor é melhor.

C-MAPSS FD001Vida útil restante (RUL)24 variáveis de entrada5 execuções em Docker
C-MAPSS FD001 · 24 features (variáveis de entrada) · 5 seeds (inicializações) · mesmo protocolo
MODELORMSE ↓
CfC FP32Rede neural para tempo contínuo · menor erro37.710
Ridge WindowRegressão linear por janela temporal40.609
Mean RULMédia histórica fixa65.378

Arquivo do modelo neste ensaio

29 KB

Arquivo usado para executar o modelo no equipamento.

Tamanho do artefato, não do firmware completo. Validação física pendente.

Benchmark público de turbinas; não valida os cenários de campo abaixo.

Metodologia / Protocolo do ensaio
Base de dados
C-MAPSS, subconjunto FD001: benchmark público de turbinas.
Tarefa
Estimativa de vida útil restante (RUL), com 24 variáveis de entrada.
Comparação
CfC FP32, Ridge Window e Mean RUL sob o mesmo protocolo.
Execuções
Cinco inicializações (seeds), em Docker. Os valores apresentados são médias de RMSE; menor é melhor.

Este ensaio não valida automaticamente os cenários industriais apresentados abaixo.

O ponto não é usar CfC.
É ir além do limiar fixo com evidência.

Em séries regulares, métodos estatísticos ou baselines simples podem ser a melhor solução. Quando irregularidade, dependência temporal ou restrições do gateway exigem mais, comparamos arquiteturas temporais adequadas ao caso. O critério é desempenho, custo, robustez e aderência ao hardware.

Série simplesestatística e baselines Dinâmica temporalarquitetura adequada ao caso Edge restritoexecução local quando necessária
Avaliar meu caso 20 min · gratuita · sem envio de dados

A engenharia encontra
as restrições de campo.

Em motobombas, compressores, geradores e telemetria de máquinas e frotas, o princípio é o mesmo: comparar o limiar atual com alternativas mais informativas e implementar a solução mais simples que sustente a decisão no campo.

Saneamento e elevatórias de água.

Pressão de recalque, vazão, corrente por fase e vibração, analisadas em conjunto.

Ver contexto e decisão
Contexto
Perda de rendimento antes do desarme de proteção.
Decisão
Apoiar inspeções de perda de curva de bomba, cavitação ou obstrução antes da parada.
Previsão
Próximo estado operacional, se a avaliação comprovar viabilidade.

Validação específica em preparação

Telemetria remota.
Sensores em bateria.

Sensores de nível e vazão com envios espaçados, via LoRaWAN, rádio, celular ou satélite.

Ver contexto e decisão
Contexto
Envios espaçados para poupar bateria, sujeitos a perdas e atrasos.
Decisão
Avaliar a continuidade do estado preditivo e os alarmes falsos entre transmissões.
Execução
No gateway ou no próprio dispositivo, após avaliar memória, processamento e orçamento de energia.

Validação específica em preparação

Do sinal à solução.
Sem começar pelo modelo.

Uma pergunta operacional, uma variável e um ativo, em escopo fechado. Medimos o ganho sobre o que existe hoje e escolhemos o método com a menor complexidade que resolva o problema.

0120 MIN / GRATUITA

Discovery técnica.

Conversa com os fundadores sobre o ativo ou enlace, as medições, o hardware e a decisão que se quer apoiar.

Sem envio de dados.

02PAGA / ESCOPO FIXO

Avaliação técnica.

Com dados autorizados, revisamos o histórico, construímos baselines e medimos o que melhora sobre o limiar atual dentro das restrições do equipamento. NDA antes de receber dados.

Recomendação técnica sustentada por evidência.

03IMPLEMENTAÇÃO / PILOTO

Decidimos o próximo passo.

A avaliação termina em recomendação ou no-go documentado. Implementação, integração e piloto exigem novo escopo e acordo; não estão incluídos automaticamente na avaliação.

Menor complexidade que resolva o problema.

Não partimos de um modelo específico: os critérios de validação vêm antes da implementação.

O que entregamos hoje.
E o que ainda estamos medindo.

COMPROVADO HOJE Paridade Python ↔ Rust verificada no artefato Intel Lab. Comparativo C-MAPSS documentado separadamente.
EM VALIDAÇÃO Perdas e amostragem irregular; validação física final no ESP32-S3 Zero.
ENTREGA Diagnóstico da série, baselines comparativos e recomendação ou no-go. Implementação e piloto em escopo posterior.

Verificado.
Em bancada.
Sem misturar os dois.

O estágio real de cada componente.

Paridade Python ↔ Rust

Verificado

Etapa G2 verificada em host para o artefato Intel Lab. Essa evidência não substitui a paridade do artefato C-MAPSS de release nem a validação física G7.

Tratamento de perda de pacote

Em benchmark

Intervalos irregulares sem zerar o tempo. Ensaios com perdas e amostragem variável em andamento.

ESP32-S3 Zero · h32

Em bancada

Target atual, com execução física inicial do h32. A etapa G7 de validação física, incluindo repetibilidade e arquivo do modelo no equipamento, segue pendente.

ESP32-C3

Alvo futuro

Alvo futuro de engenharia, sem evidência física.

Umidade do solo · Flanders / em preparação

Protocolo agrícola em preparação. Nenhum resultado publicado.


Quando o caso pede
um modelo temporal.

A escolha não começa pelo CfC. Quando o problema exige modelagem temporal, comparamos arquiteturas compatíveis com o comportamento do sinal, a métrica e as restrições do hardware.

O CfC é uma das arquiteturas que avaliamos e é mostrado aqui porque faz parte da engenharia atual e do benchmark desta página. Outras arquiteturas podem ser escolhidas quando forem mais adequadas ao caso.

Referência do CfC

CfC FP32 · h32

Uma configuração em engenharia para execução local.

Entender CfC, FP32 e h32
CfC
Rede neural de tempo contínuo (Closed-form Continuous-time). O tempo entre medições entra explicitamente no cálculo do estado do modelo.
FP32
Cálculos com números de ponto flutuante de 32 bits. É o formato numérico desta implementação.
h32
Identificador da configuração compacta usada na execução física inicial do ESP32-S3 Zero. Repetibilidade e validação física final seguem pendentes.
Arquivo do modelo e integração

.cfc3 é o formato do arquivo binário do modelo, usado na execução local. O arquivo do benchmark tem 29 KB; isso não inclui o firmware completo.

O runtime é o software que executa o modelo. Foi escrito em Rust e oferece C FFI: uma interface para integração com programas em C.

Representação do tempo

O intervalo entre amostras também é informação.

Compare uma sequência em passos com uma sequência em que o Δt real entra explicitamente no cálculo.

Passos discretosCada posição avança um passo na sequência.
CfC · Δt explícitoOs eventos podem chegar em intervalos diferentes — por exemplo, um Δt curto e outro maior.
A comparação explica como o tempo é representado. Ela não afirma que toda arquitetura discreta exija amostragem uniforme; o ponto é que, no CfC usado aqui, o intervalo real entre medições participa explicitamente da atualização do estado.

Perguntas frequentes

O essencial,
sem rodeios.

Quando vocês pedem arquivos ou dados?

Somente após escopo aceito, pagamento confirmado, NDA, autorização de dados e confirmação da capacidade fiscal/legal de contratar e faturar. Antes desse gate, nenhum arquivo ou dado é solicitado.

O que inclui a avaliação paga?

Avaliação de escopo fixo para uma variável e um ativo: qualidade dos dados, comparação com o limiar atual, baselines simples, restrições do edge e decisão documentada. A entrega é uma recomendação ou no-go. Implementação e piloto exigem novo escopo e acordo.

Vocês usam apenas CfC?

Não. CfC é uma das arquiteturas que avaliamos. Primeiro comparamos o limiar atual, métodos estatísticos e baselines. Se o problema exigir modelagem temporal, selecionamos e comparamos arquiteturas adequadas ao sinal, às métricas e às restrições do hardware; o CfC só entra quando fizer sentido.

A Roko substitui supervisórios, nuvem ou gêmeos digitais?

A proposta é complementar esses sistemas com uma camada local de análise. A integração e a divisão de responsabilidades são definidas conforme a arquitetura existente.

A inferência precisa de internet?

A inferência local é executada no equipamento, sem conexão contínua para cada cálculo. Transmissão de resultados, atualizações e outros serviços podem exigir conexão, conforme a integração.

Em quais equipamentos a solução pode rodar?

Depende do método ou modelo selecionado, da memória, do processamento e do orçamento de energia. Para a implementação CfC em bancada, o alvo atual é o ESP32-S3 Zero, com execução inicial registrada e validação física final pendente. O ESP32-C3 é um alvo futuro.

Vamos além
do limiar
no seu caso?

Traga uma decisão operacional, um sinal e as restrições do equipamento. Começamos pelo método mais simples que possa melhorar a decisão — sem pedir dados na primeira conversa.

arthur@rokoedge.com